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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Salvem a Liturgia: Enquete sobre a "Missa Crioula"


Por Rafael Vitola Brodbeck

Já expusemos aqui o absurdo da tal "Missa Crioula". O Bispo de Foz do Iguaçu proibiu esse tipo de celebração em sua Diocese, pelo que o contragulamos.

Ajudemos Sua Excelência e a Igreja do Brasil, votando "SIM" na enquete promovida pela Rádio Cultura de Foz: "Você é a favor da decisão do Bispo Dom Veginne, de proibir a celebração da Missa Crioula em Foz do Iguaçu?" 

A enquete está no canto superior direito.

Por enquanto, graças a Deus, o SIM está vencendo, com 67% de votos contra 33% dos favoráveis à bagunça litúrgica.

Fonte: http://www.salvemaliturgia.com/2011/09/enquete-sobre-missa-crioula.html

PS: Peço aos irmãos que sempre acessem o site Salvem a Liturgia. Neste site é possível aprender muito sobre a Sagrada Liturgia. É de muito valia para a formação.

3 comentários:

geraldo disse...

Ora missa criola é simplesmente uma missa que usa a tradição gaucha como parametro para a celebração, as missas tradicionais também usam de musicas e cantos que são frutos das culturas por exemplo do tempo do Império Romano. Eu acho que os bispos tem coisas mais urgentes a se preocupar do que estarem proibindo missas criolas. Pergunto: Porque o uso do latim, em liturgias criadas durante os seculos da história da Igreja, se a lingua que Jesus falava era o aramaico, provavelmente ele nem sabia falar o latim, eu acho que como Jesus Cristo filho de DEUS criou uma religião universal, nada mais justo do que deixar que cada povo o honre com suas propias manifestações de alegria e respeito.verings

Evelyn Mayer de Almeida disse...

Geraldo,

Veja que este artigo foi escrito por um gaúcho que segue à risca as tradições de sua região. Se vc der uma busca na internet, atestará o que digo.

Sobre a missa, o que o católico deve seguir é o que consta no missal. E o que consta no missal não é uma introdução da cultura local à santa missa, mas a santa missa rezada conforme sua missão: ser o sacrifício incruento de Cristo.

Sobre o latim, ele é a língua oficial da Igreja. Por isso é adotado em Santa Missa. É fato que o Concílio Vaticano II permitiu que a Santa Missa fosse rezada em seu idioma local, mas isso não é impedimento para uma missa no rito tridentino.

Pax.

stefan disse...

A SOLENE CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA DE SÃO PIO E MAUS EXEMPLOS DE OUTROS LOCAIS
O mundanismo e o relativismo infiltraram-se na Igreja sob vários disfarces, oriundos de interpretações proposital-fraudulentas do Vaticano II: sincretismos religiosos, conotações protestantes, tentativa de nivelar o povo a Deus e muitas adaptações e interpretações pessoais secular-sectarizantes; note-se que a Igreja possui sérias infiltrações da Internacional Socialista e outras sociedades secretas; um dos subfrutos atuantes e nocivos é a Teologia(Heresia) da Libertação - TL - que, por meio de alguns membros ordenados e apostasiados socializam a doutrina e banalizam a liturgia da Igreja, desvirtuando a sociedade.
Porém, mais um desses é a dessacralização do Mistério Eucarístico na Santa Missa, transformando-o apenas em ceia fraterna - TL - deixando de lado o respeito, devoção e recolhimentos, tão necessários à sacralidade e sacrificialidade do Memorial da Paixão e Morte incruento de Jesus na cruz.
Ao acaso a SS Virgem Maria junto à cruz batia palmas, alegrava-se àquele momento, em tão dolorosíssima situação?
Há, por sinal, muitos católicos de comportamentos superficiais, desvirtuados e alienados à fé, adeptos das seguintes idéias: gosto de ir a uma missa animada...cheia de situações atraentes... um cantor e orquestra lindos... que "missa boa" do padre fulano, choro de emoção, isso é que é missa!; a do outro padre, nem me falem, monótona demais, cansativa...
Vejam abaixo o atual e oportuníssimo comentário do S. Padre Bento XVI da Carta Apostólica do S. Padre e Beato João Paulo II - Domenica Coena - datado de 24/02/1980.
“A liturgia não é um show, um espetáculo que necessite de diretores geniais e de atores de talento. A liturgia não vive de surpresas simpáticas, de invenções cativantes, mas de repetições solenes. Não deve exprimir a atualidade e o seu efêmero, mas o mistério do Sagrado. Muitos pensaram e disseram que a liturgia deve ser feita por toda comunidade para ser realmente sua. É um modo de ver que levou a avaliar o seu sucesso em termos de eficácia espetacular, de entretenimento. Desse modo, porém , terminou por dispersar o propium litúrgico que não deriva daquilo que nós fazemos, mas, do fato que acontece. Algo que nós todos juntos não podemos, de modo algum, fazer. Na liturgia age uma força, um poder que nem mesmo a Igreja inteira pode atribuir-se: o que nela se manifesta é o absolutamente Outro que, através da comunidade chega até nós. Isto é, surgiu a impressão de que só haveria uma participação ativa onde houvesse uma atividade externa verificável: discursos, palavras, cantos, homilias, leituras, apertos de mão… Mas ficou no esquecimento que o Concílio inclui na actuosa participatio também o silêncio, que permite uma participação realmente profunda, pessoal, possibilitando a escuta interior da Palavra do Senhor. Ora desse silêncio, em certos ritos, não sobrou nenhum vestígio.